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28/06/2018 - 12h14

Paraná tem desempenho diferenciado na economia, diz jornal Valor Econômico




O  Jornal Valor Econômico traz uma edição especial sobre o Paraná e diz que o Estado é um ponto fora da curva e comemora um desempenho diferenciado na economia. 

"Em 2017, enquanto o PIB brasileiro cresceu 1%, a expansão paranaense foi de 2,5%, depois de três anos seguidos de retração. O Estado encerrou o ano passado com PIB de R$ 415,8 bilhões, o equivalente a 6,35% da economia nacional", aponta o jornal ao destacar ainda o recuo do desemprego e o aumento na rende per capita para R$ 1.476 mensais.

O bom resultado paranaense - adianta o presidente do Ipardes, Jullio Suzuki Junior -  foi impulsionado pelos desempenhos do agronegócio e da indústria. O Estado é o maior produtor de carnes do país e o segundo de grãos. Em 2017, a produção agropecuária, responsável por 10% do PIB estadual, cresceu 11,5%, com safra recorde superior a 40 milhões de de grãos 

“O nosso ajuste fiscal não apenas arrumou as contas públicas como também criou um cenário positivo para o crescimento do setor privado. Instalamos no Paraná um ambiente atraente para os investidores, com segurança jurídica, investimentos em infraestrutura e diálogo permanente. O Paraná que entreguei nas mãos da governadora Cida Borghetti é um Estado muitíssimo melhor do que aquele que recebi”, afirma o ex-governador Beto Richa (2011/abril2018).

A íntegra da reportagem:

Fora da curva


O Paraná comemora um desempenho diferenciado na economia. Em 2017, enquanto o PIB brasileiro cresceu 1%, a expansão paranaense foi de 2,5%, depois de três anos seguidos de retração. O Estado encerrou o ano passado com PIB de R$ 415,8 bilhões, o equivalente a 6,35% da economia nacional. Para 2018, a projeção do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) é de crescimento de 2% no PIB estadual.

A taxa de desemprego recuou para 8,3% no fim de 2017 e no primeiro quadrimestre de 2018 foram criadas 36.731 vagas no Estado - 1,43% mais do que no mesmo período do ano passado. No país, a quantidade de jovens entre 15 e 29 anos que nem trabalham nem estudam cresceu 6,7%. No Paraná, recuou 1,33%, para 447 mil pessoas nesta situação.

A renda média per capita domiciliar mensal do brasileiro caiu 1,1% em 2017, para R$ 1.217. Mas a do paranaense cresceu 2,2% e alcançou R$ 1.476 mensais. "Temos uma economia diversificada, que se mostrou resiliente à recessão e capaz de possibilitar ao Paraná sair primeiro da crise", diz a atual governadora Cida Borghetti (PP).

Julio Suzuki Júnior, diretor-presidente do Ipardes, diz que o bom resultado paranaense foi impulsionado pelos desempenhos do agronegócio e da indústria. O Estado é o maior produtor de carnes do país e o segundo de grãos. Em 2017, a produção agropecuária, responsável por 10% do PIB estadual, cresceu 11,5%, com safra recorde superior a 40 milhões de de grãos. "Com renda melhor, o produtor rural ampliou seu consumo e estimulou o comércio e os serviços", diz.

A indústria, responsável por 25% da economia estadual, cresceu 4,4% em relação ao ano anterior. A boa safra agrícola gerou encomendas de tratores e colheitadeiras, ampliando os negócios no setor de máquinas e equipamentos em 33,6%. Outro bom desempenho foi do setor automobilístico. Cresceu 16,4%, em parte por conta do aumento de 55% nos embarques para a Argentina.


"O ano de 2017 foi de recuperação após três anos de retração na atividade industrial. Mas agora vemos uma expansão nos diversos segmentos produtivos", diz Paulo Pupo, vice-presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep). A expectativa da federação é de uma expansão de 2,5% da indústria em 2018. As exportações de bens de capital cresceram 9% nos primeiros cinco meses de 2018.

A cadeia metal mecânica, principalmente caminhões, tratores, máquinas e autopeças encontra mercado na América Latina. Também há expansão nos produtos de base florestal. A expectativa é exportar US$ 1,3 bilhão em chapas e madeira serrada para atender a construção civil nos Estados Unidos.

Nos cinco primeiros meses de 2018, as vendas internacionais de papel e celulose paranaenses ultrapassaram US$ 434 milhões, resultado obtido com a entrada em operação em 2016 da fábrica da Klabin em Ortigueira, um investimento de R$ 8,5 bilhões. No ano passado, as vendas de celulose no exterior geraram US$ 553,84. As exportações totais cresceram 19,2% e alcançaram US$ 18,08 bilhões - a metade, US$ 9,3 bilhões, veio da indústria. "Este ano a indústria vai superar US$ 10 bilhões em exportações", diz.

Os indicadores fiscais da administração pública também são positivos. Em 2017 o superávit orçamentário foi de R$ 1,97 bilhão. O resultado foi o terceiro seguido, após o Estado ter terminado 2014 com déficit de R$ 3 bilhões em suas contas públicas. O ajuste fiscal que permitiu a sequência de superávits envolveu contenção de despesas e aumento nas tarifas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que subiram de 12% para 18%, e do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que foi de 2,5% para 3,5%.

O ajuste fiscal restituiu a capacidade de investimento do Estado.

Entre recursos orçamentários e verbas das estatais Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), a Companhia Paranaense de Energia (Copel) e a a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), o Paraná investiu R$ 12,59 bilhões no biênio 2016 e 2017. Para 2018, a previsão é investir R$ 8,4 bilhões - R$ 4,42 bilhões em recursos orçamentários e R$ 3,98 das estatais.

“O resultado é que temos hoje uma taxa de investimentos que chega a 10,5% das receitas próprias, o que nos coloca no topo das unidades federativas que mais investem. Só neste ano, estão reservados no orçamento 8,4 bilhões de reais para investimentos em infraestrutura, segurança, saúde e educação”, afirma Richa.

Do total de investimentos orçamentários, R$ 2,1 bilhões vão para infraestrutura e logística. Melhorias na malha rodoviária estão entre as prioridades. Para o Porto de Paranaguá estão previstos R$ 725 milhões de investimentos até 2020 - R$ 470 milhões para dragagem foram liberados este ano.


O Estado também quer pôr fim ao seu principal gargalo logístico, o acesso ao porto, hoje feito por rodovia ou por uma centenária descida ferroviária da serra entre Curitiba e Paranaguá, que não comporta o transporte de grandes comboios de vagões. A solução proposta pelo governo estadual é uma ferrovia de mil quilômetros ligando Dourados, no Mato Grosso do Sul, ao Porto de Paranaguá. Será o maior corredor logístico de alimentos do continente, transportando grãos e carnes dos dois Estados.

O custo é estimado em R$ 10 bilhões e a ideia do governo estadual é atrair investidores privados para o projeto, cujo edital de licitação está previsto para ser publicado no início de 2019. Já sob um novo governo.

 
O Paraná contabiliza uma série de anúncios recentes de investimentos produtivos. Em abril, a Volkswagen anunciou um investimento de R$ 2 bilhões na expansão de sua fábrica em São José dos Pinhais. Caterpillar, Mondelez e Electrolux também programam expansão de suas unidades.

No final de 2017, a Renault anunciou a inversão de R$ 750 milhões na expansão e modernização de sua unidade de motores em São José dos Pinhais e em uma fábrica de injeção de alumínio para a produção de blocos e cabeçotes, que já entrou em operação em março. "O Paraná tem posição logística estratégica o que facilita as exportações para o Mercosul, além de mão de obra qualificada", diz Marcus Vinicius Aguiar, diretor de relações institucionais da Renault.

FONTE: VALOR ECONÔMICO

http://www.valor.com.br/brasil/5623561/fora-da-curva

 

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