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23/08/2018 - 13h52

Eficiência: Paraná na frente, por Mano Preisner




A Folha de São Paulo divulgou o seu tradicional Ranking de Eficiência dos estados brasileiros na aplicação do dinheiro dos impostos.

No ano de 2017, segundo o Datafolha, o Paraná ficou entre os três melhores do país, considerando-se as avaliações das áreas da saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e renda per capita. Ou seja: nos setores prioritários da vida do cidadão, o Paraná vai a cada ano provando ser um estado que, além de ter uma população que trabalha muito, também teve governo. Basta um rápido olhar no que acontece nos outros estados, um comparativo que nem precisa ser muito detalhista, e as pessoas podem entender de forma definitiva que moramos num estado privilegiado. 

Não precisa comparar com os negros anos requianistas, quando estávamos entre os dez piores estados do país, nesta avaliação. Aí seria covardia.

À luz dos números, os governos de Beto Richa/Flávio Arns, depois Beto/Cida Borghetti, deram um show de como gerir de forma eficiente o produto dos impostos.
À luz da política eleitoreira, populista, eles foram mal. Na minha modesta opinião, dois foram os fatores fundamentais para que a atuação eficiente não tenha o reconhecimento dos paranaenses e sua correspondência em votos:

1- Beto escolheu distribuir milhares de obras de médio e pequeno porte em todos os 398 municípios do interior, ao invés de dar toda a arrecadação para os funcionários públicos. Eles não perdoam a ousadia de enfrentar o seu poderoso sindicato.. Sou testemunha disso: um dia lhe disse que, como político, poderia pensar em dar aos professores tudo que pediam e “ficar de bem” com a influente categoria. Ele me disse que se pudesse dar os mesmos índices para as áreas da saúde, para os policiais, para todos os demais, e sem prejuízo da infraestrutura, daria na hora. Mas como é impossível, me disse, e como os professores já tiveram reajustes maiores que as outras categorias, paro por aqui. Os paranaenses que eu represento não podem dar tudo que eles querem.

2- Beto também não deu à RPC/Gazeta do Povo tudo que eles recebiam nos tempos do Lerner. O grupo, segundo ação popular engavetada no TJ, faturou 213 milhões de reais com Lerner. Beto cortou essa verba e fez uma mídia equilibrada, justa. O grupo não perdoou, e diariamente ataca o ex-governador com toda a sua força, que não é pouca. Fez muitos estragos na imagem do Beto diante das pessoas que não pensam muito e são influenciáveis pela mídia, uma maioria, aliás. Beto defendeu-se mal, quis jogar limpo contra quem joga sujo. Defendeu o dinheiro público e paga um preço alto.
Agora, a pesquisa Datafolha, apolítica e técnica, mostra a realidade, que é uma bofetada na RPC. Prova que o Paraná não é aquela coisa que eles diariamente mostram à população, de forma tendenciosa e vingativa.

E conforme o paranaense leu neste jornal, ao longo dos últimos anos, o Paraná vai muito bem, obrigado. Quando a crise aguda passar, quando for desmontada a máquina de roubo e ineficiência que o PT/PMDB implantou no Brasil, estaremos ainda mais à frente dos demais estados.


Mano Preisner é jornalista.

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