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04/08/2017 - 00h36

Doria defende novo modelo de gestão pública no país




O prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), esteve em Curitiba nesta quinta-feira (3) para participar de uma palestra promovida pelo G7, grupo de entidades representativas do setor produtivo do Paraná (Fecomércio, Faep, Fiep, Fecoopar, Fetranspar, Faciap e ACP). O encontro foi realizado na Universidade Positivo, em parceria com a própria universidade e apoio institucional do Lide Paraná. Doria falou para 450 empresários e autoridades paranaenses sobre gestão pública e privada - experiência e possíveis conflitos. Estavam presentes o governador Beto Richa (PSDB), o presidente da Fecomércio e coordenador do G7, Darci Piana, o presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep),  Edson Campagnolo, a vice-governadora Cida Borghetti, o prefeito de Curitiba, Rafael Greca e o vice-prefeito, Eduardo Pimentel (PSDB), e a secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, que no evento lançou o Plano Decenal de Assistência Social, com subsídios em longo prazo para o planejamento da política no estado. O Paraná foi o primeiro estado  a publicar o documento.

Na palestra, a  principal mensagem do prefeito e empresário João Dória foi a necessidade de um novo modelo de gestão pública no país, pautado na eficiência e na honestidade. "O Brasil tem um enraizamento e uma defesa quase continuada de que é melhor deixar as coisas como estão do que transformá-lo. Eu não acredito nisso”, disse.  Para Dória, o Estado precisa ser enxuto e eficiente.  “Um Estado menor, um Estado mais eficiente, mais produtivo e mais focado na sua real necessidade de atender onde o Estado é imprescindível: na saúde, na educação, na habitação popular, no transporte coletivo, nos programas sociais e segurança pública. Aí o Estado tem que estar presente, ter eficiência e ter recursos", disse. Ele afirmou ser a favor das reformas trabalhista, da Previdência, política e tributária.

EXEMPLO

Ao focar no Estado eficiente, Dória elogiou o desenvolvimento econômico do Paraná e os ajustes fiscais feitos pelo governador Beto Richa. “O Paraná é um bom exemplo de que política fiscal deve ser feita com responsabilidade. O ajuste fiscal colocou o Estado em uma situação confortável no atual cenário de crise econômica nacional. O Paraná fez o que tinha que fazer e hoje desfruta de uma posição boa e saudável, do ponto de vista financeiro e, inclusive, no apoio aos municípios paranaenses”, afirmou.

Ele também falou sobre o desgaste político que a medida provocou. “É muito duro você fazer ajuste fiscal, controle de despesas, dizer não e fechar a torneira. É duro e desgastante politicamente. O governador Beto Richa fez, durante quase dois anos, e teve que agir de maneira mais restrita. É um bom exemplo de que política fiscal deve ser feita com responsabilidade mesmo que isso gere desgaste”, frisou.

EDUCAÇÃO

João Dória falou ainda sobre políticas educacionais e sociais, que ele acredita serem imprescindíveis para formar jovens, que no futuro, não vão depender de nenhum tipo de benefício social, porque terão emprego e autonomia. "Eles não dependerão, no futuro, de Bolsa Família ou qualquer outro tipo de bolsa, vão depender de si próprios. Uma nação desenvolvida, uma nação autônoma, é aquela que garante a oportunidade do emprego e da atividade empreendedora para seus habitantes. É isso que traz cidadania, não é a esmola, não é o assistencialismo, não é a valorização do populismo”, completou.

MOBILIZAÇÃO

A necessidade de uma união maior da sociedade civil organizada foi outro tema em destaque na palestra de Dória, que elogiou a mobilização do setor produtivo paranaense. "É um fato positivo que as entidades empresariais do Paraná trabalhem unidas. Isso não é normal, embora fosse óbvio. É uma ação conjunta, dos diferentes setores, todos trabalhando juntos mesmo que com defesas setoriais individualizadas, mas com o sentimento comum da defesa da livre iniciativa, do desenvolvimento econômico e do progresso social”, destacou.

Para ele,  essa mesma mobilização deve envolver toda a sociedade, em todo o país, para a construção de um novo Brasil. “Nosso país precisa de gente transformadora, realizadora, modernizadora. Agora é a hora de um novo Brasil, e este novo Brasil não depende de uma pessoa, não há um herói solitário, há um conjunto de valores”, afirmou. “Precisamos fazer com que a minoria ruidosa e maldosa não se sobreponha à maioria valorosa, porém silenciosa, de brasileiros. Essa não é a responsabilidade de uma pessoa nem é a responsabilidade de um partido. É uma responsabilidade de um conjunto de pessoas que, organizadas, vão poder fazer isso”, acrescentou.

AJUSTE FISCAL

O governador Beto Richa falou sobre a experiência do ajuste fiscal feito no Paraná e afirmou que o grande desafio da administração pública é conseguir meios para ampliar o percentual de investimentos. “Hoje temos tantas vinculações orçamentárias que não sobra quase nada para investir em favor da população”, disse. “Procuro governar o Paraná como os empresários administram as empresas: cortando gastos, buscando eficiência na máquina pública. Hoje temos o reconhecimento de grupos, instituições, entidades isentas, nacional e internacionalmente”, lembrou.

EMPRESARIADO

O presidente da Fecomércio Paraná e atual coordenador do G7, Darci Piana, explicou que evento foi a primeira de uma série de ações do grupo para fortalecer o diálogo entre os setores produtivos de todas as regiões do Estado e tratar dos interesses de cada segmento. “A ideia é de que no próximo ano possamos realizar um grande congresso empresarial do Paraná”, disse. Ele ressaltou a importância de se conhecer a fundo as experiências da gestão no setor público e privado. “Isso é relevante para os empresários do Paraná”, disse ele.

MUDANÇA

O presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, disse que o G7 vai promover diversas palestras com lideranças do cenário nacional para discutir os rumos do país e elogiou o gestor João Dória.  “Ele  (Dória) é um empreendedor nato e um fato novo na política, prefeito da maior cidade do país e uma das maiores do mundo. Ele faz uma gestão bem focada, como se fosse uma empresa, e tem demonstrado para a sociedade que talvez a gente tenha que mudar a maneira de olhar a política”, afirmou.  “Vivemos um momento de reconstrução do país depois de tantas maldades a que temos assistido ao longo do tempo e precisamos mesclar novas lideranças com outros líderes que pensem que a política deve ser mais participativa”. 

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